"Enquanto meu pai, meu avô, meus primos, olham aquela montanha e vêem o humor da montanha e vêem se ela está triste, feliz ou ameaçadora, e fazem cerimÔnia para a montanha, camtam para ela, camtam para o rio (...) o cientista olha o rio e calcula quantos megawatts ele vai produzir construíndo uma hidrelética, uma barragen (...) Ali não tem música, a montanha não tem humor, e o rio não tem nome. É tudo coisa". (Ailton Krenak)...